Escola Estadual DR. Martinho Marques Projeto: Fábulas Publico Alvo: Alunos do Ensino Médio, Ensino Fundamental e EJA Disciplinas: Português e Artes Introdução: O nascimento da fábula coincide com o aparecimento da linguagem. Antes de ser considerado um gênero passou dispersa na boca do povo. As fábulas orientais foram passando da Índia para China, ao Tibet. e a Pérsia, terminando na Grécia com Esopo que soube adaptar as histórias orientais à sabedoria grega. As fábulas nos leva á dois mundos: a imaginação: o narrativo, fantástico e o real: o dissertativo, temática. Na verdade a fábula é um estudo sério sobre o comportamento, a ética e a cidadania. Justificativa: O objetivo da escola é formar seres humanos pensantes, críticos, autônomos criativos, justos, solidários, sensíveis e éticos, e através das fábulas poderemos levar os alunos a pensar, ler, discutir, saborear e analisar o que está por trás de cada fábula? Que valores? Que mensagem? Quem de nós, dependendo do contexto e da situação já, não se colocou na pele do lobo e/ou do cordeiro? Qual seria nossa reação se alguém (a cigarra) batesse a nossa porta (nós=formigas) e nos pedisse ajuda? Como reagiríamos diante da esperteza das raposas que tanto gostam de levar vantagem em tudo? Será que os elogios que recebemos ou fazemos são sempre verdadeiros?(O corvo e a raposa). E assim há uma infinidade de exemplos vivenciados no nosso dia a dia que podem ser resgatados por meio de fabulosas fábulas e dos sábios provérbios. Perceber as mensagens nas entrelinhas, estabelecer relações, criticar e descobrir quem são os verdadeiros lobos, raposas, águias e formigas da nossa sociedade. Analisar se as ações e atitudes dessas personagens (cidadãos) são éticas e justas. Discutir, debater, trocar idéias sempre e sempre. Se isto puder ser feito, com certeza, estaremos exercitando a cidadania de uma maneira lúdica e gostosa. Objetivos: oConhecer as características das fábulas; oLevar o aluno a refletir sobre seu comportamento; oSer um bom produtor de texto ampliando seu mundo, despertando sua criatividade; oConhecer as fábulas que são mais comentadas em cada local; Metodologia oMotivar os alunos para conhecer alguns autores de fábulas (Esopo, La Fontaine, Leonardo da Vinci) oProporcionar espaço para os alunos expressarem as sua opiniões e comentários; oConversar sobre o que é uma fábula. oDisponibilizar para os alunos diversas fábulas; oCriar fábulas através da linguagem gráfica ou escrita; Sugestões de atividades oIncentivar os alunos para que escolham uma ou duas fábulas e leiam; oDividir turmas em grupos; oCada grupo escolhe uma fábula e dramatiza para a turma; oCriar novas fábulas com questões do dia a dia para a turma; oMontar um mural com as fábulas; Avaliação: Será feita no decorrer das aulas através de debates, dramatizações, trabalho em grupo (produção coletiva, relatório individual e seminário).
Escola Estadual DR. Martinho Marques Projeto Folclore Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio e EJA Turnos: Matutino, Vespertino e Noturno. Duração: 18 a 22 de agosto de 2008 Introdução: Nós seres humanos temos algum tipo de cultura. Ela vai se formando nas relações e experiências que mantemos com o mundo desde que nascemos. Alguns fatores agem direta ou indiretamente na construção da cultura individual, que são: família, grupos sociais a que pertencemos, o conhecimento que adquirimos da cultura científica, tecnológica, artística, literária, religião, meio ambiente, lembrança do passado, trabalho, estudo, o sistema político, contexto econômico etc. Esses fatores nunca agem isoladamente. Eles dependem uns dos outros, convivem e formam uma rede de relações na qual estamos inseridos. Ao mesmo tempo em que recebemos herança cultural, agimos e produzimos cultura. Dessas relações extraímos os valores em que acreditamos como: solidariedade, afeto, respeito a até mesmo violência. Esse conjunto de valores transmitidos por nosso grupo social é nossa identidade. Nosso país apresenta grande diversidade no campo cultural. Seu folclore é riquíssimo. O folclore é um dos principais fatores de identificação de um povo e de sua nacionalidade. Toda pessoa é um produtor de cultura, um portador de folclore. Justificativa: O referido projeto permitirá um trabalho interdisciplinar envolvendo conhecimentos de português, matemática, ciências, história, geografia, literatura, artes, educação física, introduzindo os temas transversais saúde e cidadania. Folclore é uma palavra de origem inglesa cujo significado é conhecimento popular. É passado de pais para filhos, geração após geração. As canções de ninar, as cantigas de roda, as brincadeiras, os jogos e também os mitos e lendas que aprendemos quando crianças é parte do folclore que nos ensinam em casa ou na escola. As manifestações da cultura de um povo sejam através de suas lendas, da sua alimentação, do seu artesanato, das vestimentas e de muitos hábitos originais os enriqueceram com novos hábitos criados. O folclore é um meio que o povo tem para compreender o mundo. Utilizando sua imaginação, o povo procura resolver os mistérios da natureza e entender as dificuldades da vida e seus temores. Conhecendo o folclore de um país podemos compreender o seu povo. E assim fazer parte de sua história. Objetivos oIncentivar os alunos entender a sabedoria popular; oComparar o folclore brasileiro com o de outros países; oConhecer as principais lendas e personagens (Saci-Pererê, Iara, Negrinho do Pastore iro, A Mar de Ouro, Onça da mão torta, Lenda da Mandioca, Lenda do milho, etc.) oDescobrir o uso, costumes e a utilização dos recursos próprios dos locais em que vivem; Metodologia Pesquisar as lendas e mitos do folclore brasileiro, incluindo os da região Centro-Oeste; Entrevistar os mais idosos sobre as lendas e mitos que conhecem. Refletir sobre a importância do folclore para a cultura nacional. Perceber os tipos de manifestações (carnaval, congada, folia de reis, festa junina) folclóricas no Brasil. Sugestões de Atividades: Pesquisar lendas ou mitos do folclore brasileiro na internet (os alunos podem procurar curiosidades ou informações úteis sobre lendas ou mitos) utilizando um site busca: google, cadê e colocar no editor de textos (Word). Construir um texto no Word com ilustrações (criar um texto com informações e figuras de uma lenda ou mito específico). Construção de um mural (procurar em revistas, jornais e na internet imagens que identifiquem a cultura brasileira.) Pesquisar superstições e simpatias ( de onde surgiram). Leitura de diferentes textos: informativos, literários, recreativos. Caça-palavras. Poesias Atividades ortográficas gramaticais Músicas Brincadeiras Entrevistas Receitas Artesanato Confecção de pipas Desfile de trajes regionais Teatro Avaliação Será feita no decorrer da semana durante seu desenvolvimento em sala de aula, pois trata de um projeto interdisciplinar, onde cada professor desenvolverá atividades relativas à sua disciplina. Diretor: Antonio Vicente da Silva Professora coordenadora: Eliana Pigari Baptista Coordenadora pedagógica: Maria de Lourdes Bachiega Prieto
ESCOLA ESTADUAL DR. MARTINHOMARQUES PROJETO: DA COR DA CULTURA TAQUARUSSU- MS ESCOLA ESTADUL DR. MARTINHOMARQUES TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO EUDI VITORINO BACHIEGA AILTON GORDIANO ANTONIO CARLOS BRAZ ELIANA PIGARI BAPTISTA MARIA BACHIEGA PRIETRO ANTONIO VICENTE DA SILVA ADELMA HELENA PERIGO CARMELITA APARECIDA VIEIRA EMILIA DE BIASI GERALDA APARECIDA CRIVELLI JULIANA OKUMURA EDINA PERIGO SIRLEI RODRIGUES DO PRADO SILVANA BASTOS CÉLIA VEIGA ADARCI LUCIANA CRISTINA DO NASCIMENTO PATRICIA CRIVELLI IVANETEDE SOUZA ADRIANA HENRIQUE ANTONIA FERREIRA JORGE AGUILAR ERIVALDO ANDRADE DANIEL SILVEIRA MARTHINHA BACHIEGA IRANI BACHIEGA GIVANILZA ALVES DOS SANTOS MARIA MARTA DAVI NOGUEIRA ELZA TÃNIA CONCOLATO MARILZA NUNES ARAUJO YONE RODDRIGUES DE SOUZA Tema: Da Cor da Cultura Lema: Valorizando as diferenças, florescendo a igualdade. Introdução: Este projeto foi elaborado pela Escola Estadual Dr. Martinho Marques em parceria com a Secretaria Municipal de Educação com o Tema: “Diferentes?”. Cada Escola desenvolveu um sub - tema, do qual a Escola Estadual “Dr. Martinho Marques” foi “Da cor da cultura”. Este trabalho almeja tornar visível o patrimônio e a memória construídos pelos índios, africanos e imigrantes na formação étnica do povo brasileiro. Todas essas etnias estão presentes e vivas nos espaços e na essência do nosso povo que compartilhadiferentes conhecimentos culturais. A forma exploradora e gananciosa de colonização tentou negar toda a cultura trazida por esses povos, massacrando os seus corpos com o intuitode sepultara suacondição de “Ser Humano” sempre negada pelo colonizador – explorador. Justificativa: Este trabalho justifica – se pela necessidade de superar o preconceito social e racial que contamina a pessoa humana. Buscamoscom esse projeto valorizar as diferenças presentes em nossa sociedade. A população brasileira éheterogênea e nossa história oficial condicionou aos negros e índios um papel secundário dificultando o caminho em direção à sua inclusão social e criando um estado de desigualdade de difícil superação, mas não impossível. É preciso mostrar aos estudantes e a comunidade de Taquarussu que a discriminação racial existe e, infelizmente, acontece de maneira implícita como nas piadas, nas letras musicais, no contexto educacional, em nosso cotidiano. A ação silenciosa do preconceito tem mantido os índices de desigualdades em patamares inaceitáveis para um país que busca a democracia. Sendo assim, cabe a nós educadores proporcionar àcomunidade escolar interna e externa uma reflexão sobre colonização do país, o processo de exploração e suas duras conseqüências ainda arraigadas na nossa vidae,provavelmente, dasgerações futuras. “Quem não relê a história corre o risco de começar tudo sempre de novo, sem aprender com o que foi vivido por outras pessoas e por outros povos. Temos que reconhecer esses povos na sua alteridade e esta raiz nativa, da qual nós devemos ter orgulho de sermos herdeiros”. (Chico Alencar) Objetivos : -Mostrar o preconceito social e racial presente nasociedade -Valorizar as diferenças presentes em nossa sociedade; -Proporcionar à comunidade escolar interna e externa uma reflexão sobre colonização de exploração do país; Escola Estadual Dr.Martinho MarquesTaquarussu MS Peça apresentada no dia 08 de dezembro de 2007 no Recinto de Festa José Modesto Dias Teatro: Brasil de todas as cores 1º Ato Descrição do ambiente: PersonagensCenário 1- declamadornavio 2- portuguesesmar 3- borboletasilha 4- abelhascascata 5- índios Estamos em pleno mar Doido no espaço brinca o luar Borboletas douradas enfeitam o céu anil As abelhas inquietas surgem fazendo barulho Quebrando esse silêncio quente e frio. Estamos em pleno mar, dois infinitos A lua sai de cenário, para o sol raiar Ao abrir das velas, a brisa acaricia meu corpo O veleiro corre sobre a flor dos mares Quebrando a rotina as andorinhasroçam na vaga Para habitar novos lugares. E aqui estamos bem feliz nesta hora Sentir deste painel a majestade! Embaixo, o mar, Em cima, o firmamento E no mar e no céu a imensidade. Esperai! Esperai! Deixai que eu beba Esta selvagem, livre poesia Orquestra é o mar que surge pela proa, E o vento, que nas cordas assobia... 2º Ato Cenário: Marinheiro olha através da luneta, índios assustados olhando o navio, borboletas passam no cenário, índios se aproximam dos marinheiros e fazem as trocas. Senhor, o que vejo ali! Terra à vista, que beleza Parece ser o paraíso perdido Águas límpidas, cascatas a jorrar Aroma do mato verde Meu Deus, quanta riqueza! Há também nativos nesse lugar Andam nus, são fortes, robustos.... Inocentes, sem pudor Não conhecem ainda o significado da palavra dor. Mal sabem eles, que nesse dia inicia..... Seu calvário, Martírio, Exploração, Meu Deus, Quanto Horror! Fecham-se as cortinas 3º Ato Cenário: Índios trabalhando(acorrentados puxando troncos de árvores), árvores sendo derrubadas, ocas destruídas, matança indígena( homens castigando os índios) Data Show( cena do filme: A missão) Fundo musical: Ninguém ouviu Um soluço de dor No canto do Brasil Um lamento triste Sempre ecoou Desde que o índio guerreiro Foi pro cativeiro E de lá cantou.... Declamador(Índio) Tupã, ó Deus grande! Teu rosto descobre Bastante sofremos com tanta vingança Já lágrimas tristes choram teus filhos Teus filhos que choram tão grande mudança. Anhangá nos trouxe de longe Homens brancos que os raios manejam sangrentos Vivem sem pátria, vagam sem tino Atrás de riquezas vivem correndo Morrem, matam, vorazes sedentos. A terra que eles pisam, os campos e os rios Que assaltam, são nossos; Tupã, tu és nosso Deus? Por que concede a eles tanta força? Se os raios da morte, que vibram são teus! E hoje, em que a enchente do rio Não há mais tempo, para subir ou baixar As matas estão destruídas E o homem branco vive a plantar A colheita não é repartida Os poucos índios que restam Vivem humilhados, na miséria, desesperançado Buscam nos latões de lixo, pão para se sustentar. Entra o índio atual( maltrapilho) olha para o público, bate palmas e diz: _Tempão velho? 4º Ato Declamador: Negro entoou Um canto de revolta Pelos ares Do Quilombo dos Palmares Onde se refugiou Fora a luta dos inconfidentes Pela quebra das correntes Nada adiantou... Era um sonho dantesco...o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho Em sangue a se banhar Tinir de ferros...estalar de açoite, Homens negros como a noite Horrendos a dançar... Presos nos elos de uma só cadeia, A multidão faminta cambaleia, E chora e dança ali Um de raiva delira, outro enlouquece. Outro, que martírios embrutece Cantando geme e ri! Diz: Vibrai rijo o chicote, marinheiros! Fazei-os mais dançar! Senhor Deus dos desgraçados! Dizei-me vós, Senhor Deus! Se é loucura.. se é verdade Tanto horror perante os céus! O mar, por que não apagas Do teu manto esse borrão? Astros! Noites! Tempestades! Rolai das imensidades Varreu os mares, tufão! Quem são estes desgraçados? São filhos do deserto Onde a terra esposa a luz Onde vive em campo aberto A tribo dos homens nus.. São guerreiros ousados Que com os tigres, mosqueados Combatem na solidão Ontem simples, fortes, bravos Hoje míseros escravos, Sem luz, sem ar, sem razão... Ontem plena liberdade, A vontade por poder... Hoje cúmulo de maldade, Nem são livres pra morrer.. Prende-os a mesma corrente Férrea, lúgrube serpente Nos grilhões da escravidão E assim zombam da morte Ao som do açoite irrisão. 5º Ato Cenário: Imigrantes chegam, negros saem, pessoas trabalham, crianças brincam Canta- se a música (abaixo) E de guerra em paz De paz em guerra Todo povo desta terra Quando pode cantar Canta...ô,ô,ô Ecoa noite e dia É ensurdecedor Aí, mas que agonia O canto do trabalhador Esse canto que devia Ser de alegria Soa apenas Como um soluço De dor,ô,ô,ô (Declama – se o texto abaixo Florescerá então nesse chão A mais bonita civilização Em que ser humano Será a grande questão! Fecham-se as cortinas(som de samba Cd da copa) Esse é o nosso Brasil, Brasileiro. Mestre sala e porta bandeira. Anexos - fotos - slides
Escola Estadual DR. Martinho Marques
Projeto: Fábulas
Publico Alvo: Alunos do Ensino Médio, Ensino Fundamental e EJA
Disciplinas: Português e Artes
Introdução: O nascimento da fábula coincide com o aparecimento da linguagem. Antes de ser considerado um gênero passou dispersa na boca do povo.
As fábulas orientais foram passando da Índia para China, ao Tibet. e a Pérsia, terminando na Grécia com Esopo que soube adaptar as histórias orientais à sabedoria grega.
As fábulas nos leva á dois mundos: a imaginação: o narrativo, fantástico e o real: o dissertativo, temática.
Na verdade a fábula é um estudo sério sobre o comportamento, a ética e a cidadania.
Justificativa: O objetivo da escola é formar seres humanos pensantes, críticos, autônomos criativos, justos, solidários, sensíveis e éticos, e através das fábulas poderemos levar os alunos a pensar, ler, discutir, saborear e analisar o que está por trás de cada fábula? Que valores? Que mensagem?
Quem de nós, dependendo do contexto e da situação já, não se colocou na pele do lobo e/ou do cordeiro?
Qual seria nossa reação se alguém (a cigarra) batesse a nossa porta (nós=formigas) e nos pedisse ajuda?
Como reagiríamos diante da esperteza das raposas que tanto gostam de levar vantagem em tudo?
Será que os elogios que recebemos ou fazemos são sempre verdadeiros?(O corvo e a raposa).
E assim há uma infinidade de exemplos vivenciados no nosso dia a dia que podem ser resgatados por meio de fabulosas fábulas e dos sábios provérbios.
Perceber as mensagens nas entrelinhas, estabelecer relações, criticar e descobrir quem são os verdadeiros lobos, raposas, águias e formigas da nossa sociedade. Analisar se as ações e atitudes dessas personagens (cidadãos) são éticas e justas. Discutir, debater, trocar idéias sempre e sempre. Se isto puder ser feito, com certeza, estaremos exercitando a cidadania de uma maneira lúdica e gostosa.
Objetivos:
o Conhecer as características das fábulas;
o Levar o aluno a refletir sobre seu comportamento;
o Ser um bom produtor de texto ampliando seu mundo, despertando sua criatividade;
o Conhecer as fábulas que são mais comentadas em cada local;
Metodologia
o Motivar os alunos para conhecer alguns autores de fábulas (Esopo, La Fontaine, Leonardo da Vinci)
o Proporcionar espaço para os alunos expressarem as sua opiniões e comentários;
o Conversar sobre o que é uma fábula.
o Disponibilizar para os alunos diversas fábulas;
o Criar fábulas através da linguagem gráfica ou escrita;
Sugestões de atividades
o Incentivar os alunos para que escolham uma ou duas fábulas e leiam;
o Dividir turmas em grupos;
o Cada grupo escolhe uma fábula e dramatiza para a turma;
o Criar novas fábulas com questões do dia a dia para a turma;
o Montar um mural com as fábulas;
Avaliação:
Será feita no decorrer das aulas através de debates, dramatizações, trabalho em grupo (produção coletiva, relatório individual e seminário).
Escola Estadual DR. Martinho Marques
Projeto Folclore
Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio e EJA
Turnos: Matutino, Vespertino e Noturno.
Duração: 18 a 22 de agosto de 2008
Introdução: Nós seres humanos temos algum tipo de cultura. Ela vai se formando nas relações e experiências que mantemos com o mundo desde que nascemos. Alguns fatores agem direta ou indiretamente na construção da cultura individual, que são: família, grupos sociais a que pertencemos, o conhecimento que adquirimos da cultura científica, tecnológica, artística, literária, religião, meio ambiente, lembrança do passado, trabalho, estudo, o sistema político, contexto econômico etc.
Esses fatores nunca agem isoladamente. Eles dependem uns dos outros, convivem e formam uma rede de relações na qual estamos inseridos. Ao mesmo tempo em que recebemos herança cultural, agimos e produzimos cultura. Dessas relações extraímos os valores em que acreditamos como: solidariedade, afeto, respeito a até mesmo violência. Esse conjunto de valores transmitidos por nosso grupo social é nossa identidade. Nosso país apresenta grande diversidade no campo cultural. Seu folclore é riquíssimo.
O folclore é um dos principais fatores de identificação de um povo e de sua nacionalidade.
Toda pessoa é um produtor de cultura, um portador de folclore.
Justificativa: O referido projeto permitirá um trabalho interdisciplinar envolvendo conhecimentos de português, matemática, ciências, história, geografia, literatura, artes, educação física, introduzindo os temas transversais saúde e cidadania.
Folclore é uma palavra de origem inglesa cujo significado é conhecimento popular. É passado de pais para filhos, geração após geração. As canções de ninar, as cantigas de roda, as brincadeiras, os jogos e também os mitos e lendas que aprendemos quando crianças é parte do folclore que nos ensinam em casa ou na escola.
As manifestações da cultura de um povo sejam através de suas lendas, da sua alimentação, do seu artesanato, das vestimentas e de muitos hábitos originais os enriqueceram com novos hábitos criados.
O folclore é um meio que o povo tem para compreender o mundo. Utilizando sua imaginação, o povo procura resolver os mistérios da natureza e entender as dificuldades da vida e seus temores. Conhecendo o folclore de um país podemos compreender o seu povo. E assim fazer parte de sua história.
Objetivos
o Incentivar os alunos entender a sabedoria popular;
o Comparar o folclore brasileiro com o de outros países;
o Conhecer as principais lendas e personagens (Saci-Pererê, Iara, Negrinho do Pastore iro, A Mar de Ouro, Onça da mão torta, Lenda da Mandioca, Lenda do milho, etc.)
o Descobrir o uso, costumes e a utilização dos recursos próprios dos locais em que vivem;
Metodologia
Pesquisar as lendas e mitos do folclore brasileiro, incluindo os da região Centro-Oeste;
Entrevistar os mais idosos sobre as lendas e mitos que conhecem.
Refletir sobre a importância do folclore para a cultura nacional.
Perceber os tipos de manifestações (carnaval, congada, folia de reis, festa junina) folclóricas no Brasil.
Sugestões de Atividades:
Pesquisar lendas ou mitos do folclore brasileiro na internet (os alunos podem procurar curiosidades ou informações úteis sobre lendas ou mitos) utilizando um site busca: google, cadê e colocar no editor de textos (Word).
Construir um texto no Word com ilustrações (criar um texto com informações e figuras de uma lenda ou mito específico).
Construção de um mural (procurar em revistas, jornais e na internet imagens que identifiquem a cultura brasileira.)
Pesquisar superstições e simpatias ( de onde surgiram).
Leitura de diferentes textos: informativos, literários, recreativos.
Caça-palavras.
Poesias
Atividades ortográficas gramaticais
Músicas
Brincadeiras
Entrevistas
Receitas
Artesanato
Confecção de pipas
Desfile de trajes regionais
Teatro
Avaliação
Será feita no decorrer da semana durante seu desenvolvimento em sala de aula, pois trata de um projeto interdisciplinar, onde cada professor desenvolverá atividades relativas à sua disciplina.
Diretor: Antonio Vicente da Silva
Professora coordenadora: Eliana Pigari Baptista
Coordenadora pedagógica: Maria de Lourdes Bachiega Prieto
ESCOLA ESTADUAL DR. MARTINHO MARQUES
PROJETO: DA COR DA CULTURA
TAQUARUSSU- MS
ESCOLA ESTADUL DR. MARTINHO MARQUES
TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO
EUDI VITORINO BACHIEGA
AILTON GORDIANO
ANTONIO CARLOS BRAZ
ELIANA PIGARI BAPTISTA
MARIA BACHIEGA PRIETRO
ANTONIO VICENTE DA SILVA
ADELMA HELENA PERIGO
CARMELITA
APARECIDA VIEIRA
EMILIA DE BIASI
GERALDA
APARECIDA CRIVELLI
JULIANA OKUMURA
EDINA PERIGO
SIRLEI RODRIGUES DO PRADO
SILVANA BASTOS
CÉLIA VEIGA
ADARCI
LUCIANA CRISTINA DO NASCIMENTO
PATRICIA CRIVELLI
IVANETE DE SOUZA
ADRIANA HENRIQUE
ANTONIA FERREIRA
JORGE AGUILAR
ERIVALDO ANDRADE
DANIEL SILVEIRA
MARTHINHA BACHIEGA
IRANI BACHIEGA
GIVANILZA ALVES DOS SANTOS
MARIA MARTA DAVI NOGUEIRA
ELZA
TÃNIA CONCOLATO
MARILZA NUNES ARAUJO
YONE RODDRIGUES DE SOUZA
Tema: Da Cor da Cultura
Lema: Valorizando as diferenças, florescendo a igualdade.
Introdução:
Este projeto foi elaborado pela Escola Estadual Dr. Martinho Marques em parceria com a Secretaria Municipal de Educação com o Tema: “Diferentes?”.
Cada Escola desenvolveu um sub - tema, do qual a Escola Estadual “Dr. Martinho Marques” foi “Da cor da cultura”.
Este trabalho almeja tornar visível o patrimônio e a memória construídos pelos índios, africanos e imigrantes na formação étnica do povo brasileiro. Todas essas etnias estão presentes e vivas nos espaços e na essência do nosso povo que compartilha diferentes conhecimentos culturais.
A forma exploradora e gananciosa de colonização tentou negar toda a cultura trazida por esses povos, massacrando os seus corpos com o intuito de sepultar a sua condição de “Ser Humano” sempre negada pelo colonizador – explorador.
Justificativa:
Este trabalho justifica – se pela necessidade de superar o preconceito social e racial que contamina a pessoa humana. Buscamos com esse projeto valorizar as diferenças presentes em nossa sociedade.
A população brasileira é heterogênea e nossa história oficial condicionou aos negros e índios um papel secundário dificultando o caminho em direção à sua inclusão social e criando um estado de desigualdade de difícil superação, mas não impossível.
É preciso mostrar aos estudantes e a comunidade de Taquarussu que a discriminação racial existe e, infelizmente, acontece de maneira implícita como nas piadas, nas letras musicais, no contexto educacional, em nosso cotidiano. A ação silenciosa do preconceito tem mantido os índices de desigualdades em patamares inaceitáveis para um país que busca a democracia.
Sendo assim, cabe a nós educadores proporcionar à comunidade escolar interna e externa
uma reflexão sobre colonização do país, o processo de exploração e suas duras conseqüências
ainda arraigadas na nossa vida e, provavelmente, das gerações futuras.
“Quem não relê a história corre o risco de começar tudo sempre de novo, sem aprender com o que foi vivido por outras pessoas e por outros povos. Temos que reconhecer esses povos na sua alteridade e esta raiz nativa, da qual nós devemos ter orgulho de sermos herdeiros”. (Chico Alencar)
Objetivos :
-Mostrar o preconceito social e racial presente na sociedade
-Valorizar as diferenças presentes em nossa sociedade;
-Proporcionar à comunidade escolar interna e externa uma reflexão sobre colonização de exploração do país;
Escola Estadual Dr.Martinho Marques Taquarussu MS
Peça apresentada no dia 08 de dezembro de 2007 no Recinto de Festa José Modesto Dias
Teatro: Brasil de todas as cores
1º Ato
Descrição do ambiente:
Personagens Cenário
1- declamador navio
2- portugueses mar
3- borboletas ilha
4- abelhas cascata
5- índios
Estamos em pleno mar
Doido no espaço brinca o luar
Borboletas douradas enfeitam o céu anil
As abelhas inquietas surgem fazendo barulho
Quebrando esse silêncio quente e frio.
Estamos em pleno mar, dois infinitos
A lua sai de cenário, para o sol raiar
Ao abrir das velas, a brisa acaricia meu corpo
O veleiro corre sobre a flor dos mares
Quebrando a rotina as andorinhas roçam na vaga
Para habitar novos lugares.
E aqui estamos bem feliz nesta hora
Sentir deste painel a majestade!
Embaixo, o mar,
Em cima, o firmamento
E no mar e no céu a imensidade.
Esperai! Esperai! Deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra é o mar que surge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia...
2º Ato
Cenário:
Marinheiro olha através da luneta, índios assustados olhando o navio, borboletas passam no cenário, índios se aproximam dos marinheiros e fazem as trocas.
Senhor, o que vejo ali!
Terra à vista, que beleza
Parece ser o paraíso perdido
Águas límpidas, cascatas a jorrar
Aroma do mato verde
Meu Deus, quanta riqueza!
Há também nativos nesse lugar
Andam nus, são fortes, robustos....
Inocentes, sem pudor
Não conhecem ainda o significado da palavra dor.
Mal sabem eles, que nesse dia inicia.....
Seu calvário,
Martírio,
Exploração,
Meu Deus,
Quanto Horror!
Fecham-se as cortinas
3º Ato
Cenário:
Índios trabalhando(acorrentados puxando troncos de árvores), árvores sendo derrubadas, ocas destruídas, matança indígena( homens castigando os índios)
Data Show( cena do filme: A missão)
Fundo musical:
Ninguém ouviu
Um soluço de dor
No canto do Brasil
Um lamento triste
Sempre ecoou
Desde que o índio guerreiro
Foi pro cativeiro
E de lá cantou....
Declamador(Índio)
Tupã, ó Deus grande! Teu rosto descobre
Bastante sofremos com tanta vingança
Já lágrimas tristes choram teus filhos
Teus filhos que choram tão grande mudança.
Anhangá nos trouxe de longe
Homens brancos que os raios manejam sangrentos
Vivem sem pátria, vagam sem tino
Atrás de riquezas vivem correndo
Morrem, matam, vorazes sedentos.
A terra que eles pisam, os campos e os rios
Que assaltam, são nossos; Tupã, tu és nosso Deus?
Por que concede a eles tanta força?
Se os raios da morte, que vibram são teus!
E hoje, em que a enchente do rio
Não há mais tempo, para subir ou baixar
As matas estão destruídas
E o homem branco vive a plantar
A colheita não é repartida
Os poucos índios que restam
Vivem humilhados, na miséria, desesperançado
Buscam nos latões de lixo, pão para se sustentar.
Entra o índio atual( maltrapilho) olha para o público, bate palmas e diz:
_Tem pão velho?
4º Ato
Declamador: Negro entoou
Um canto de revolta
Pelos ares
Do Quilombo dos Palmares
Onde se refugiou
Fora a luta dos inconfidentes
Pela quebra das correntes
Nada adiantou...
Era um sonho dantesco...o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho
Em sangue a se banhar
Tinir de ferros...estalar de açoite,
Homens negros como a noite
Horrendos a dançar...
Presos nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali
Um de raiva delira, outro enlouquece.
Outro, que martírios embrutece
Cantando geme e ri!
Diz: Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura.. se é verdade
Tanto horror perante os céus!
O mar, por que não apagas
Do teu manto esse borrão?
Astros! Noites! Tempestades!
Rolai das imensidades
Varreu os mares, tufão!
Quem são estes desgraçados?
São filhos do deserto
Onde a terra esposa a luz
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus..
São guerreiros ousados
Que com os tigres, mosqueados
Combatem na solidão
Ontem simples, fortes, bravos
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão...
Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje cúmulo de maldade,
Nem são livres pra morrer..
Prende-os a mesma corrente
Férrea, lúgrube serpente
Nos grilhões da escravidão
E assim zombam da morte
Ao som do açoite irrisão.
5º Ato
Cenário:
Imigrantes chegam, negros saem, pessoas trabalham, crianças brincam
Canta- se a música (abaixo)
E de guerra em paz
De paz em guerra
Todo povo desta terra
Quando pode cantar
Canta...ô,ô,ô
Ecoa noite e dia
É ensurdecedor
Aí, mas que agonia
O canto do trabalhador
Esse canto que devia
Ser de alegria
Soa apenas
Como um soluço
De dor,ô,ô,ô
(Declama – se o texto abaixo
Florescerá então nesse chão
A mais bonita civilização
Em que ser humano
Será a grande questão!
Fecham-se as cortinas(som de samba Cd da copa)
Esse é o nosso Brasil,
Brasileiro.
Mestre sala e porta bandeira.
Anexos
- fotos
- slides